Arquivos de Tag: maria rita kehl

Vídeo | Maria Rita Kehl fala sobre criação de Comissão da Verdade indígena | EBC

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Comissão da Verdade cria grupo para apurar violações contra índios e pessoas que lutavam por terra | Agência Brasil

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Comissão Nacional da Verdade realiza expedição de seis dias ao Araguaia | CNV

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Comissão Nacional da Verdade endossa pedido para que USP reveja decisão que afirma que desaparecida “abandonou função” | CNV

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Ditadura matou 1.196 camponeses, mas Estado só reconhece 29 | Carta Maior

26/09/2012

Financiada pelo latifúndio, a ditadura “terceirizou” mortes e desaparecimentos forçados de camponeses. O resultado disso é uma enorme dificuldade de se comprovar a responsabilidade do Estado pelos crimes. Estudo inédito da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência revela que 97,6% dos 1.196 camponeses vítimas do regime foram alijados do direito à memória, à verdade e à reparação. Os dados serão apresentados à Comissão Nacional da Verdade para embasar investigações que possam alterar este quadro de exclusão.

Najla Passos

Brasília – Financiada pelo latifúndio, a ditadura “terceirizou” prisões, torturas, mortes e desaparecimentos forçados de camponeses que se insurgiram contra o regime e contra as péssimas condições de trabalho no campo brasileiro. O resultado disso é uma enorme dificuldade de se comprovar a responsabilidade do Estado pelos crimes: 97,6% dos camponeses mortos e desparecidos na ditadura militar foram alijados da justiça de transição. “É uma exclusão brutal”, afirma o coordenador do Projeto Memória e Verdade da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência, Gilney Viana, autor de estudo inédito sobre o tema. Continuar Lendo →

Integrante da Comissão da Verdade defende investigação de supostas violações contra índios | Agência Brasil

26/09/2012 | 6h17

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Membro da Comissão Nacional da Verdade, a psicanalista Maria Rita Kehl defende que existem indícios suficientes para justificar a investigação de denúncias de violação contra populações indígenas entre 1946 e 1988. “A comissão ainda está coletando os primeiros elementos para remontar o que de fato ocorreu nesse período, mas, aos poucos, fui percebendo que há um vasto campo de investigação de violações dos direitos das populações indígenas que, na época, eram consideradas mero obstáculo ao desenvolvimento”, disse Maria Rita, responsável por apurar supostas violações contra populações indígenas no período.

Ao citar algumas das antigas denúncias e relatos a respeito de abusos e crimes praticados contra os índios (principalmente após 1964, quando os militares tomaram o poder), Maria Rita adiantou que o “problema” da comissão é sistematizar e analisar todas as denúncias e informações produzidas ao longo das últimas décadas para tentar chegar à verdade. Continuar Lendo →

Comissão da Verdade vai investigar empresas que financiaram ditadura | O Globo

24/09/2012 | 18h41

Uma consultoria de nome ‘CIA’ será a primeira investigada pelos membros da comissão

Tatiana Farah
SÃO PAULO – A Comissão Nacional da Verdade (CNV) vai investigar empresas e empresários que ajudaram a financiar o aparato de repressão durante o regime militar no Brasil. Integrantes da comissão informaram nesta segunda-feira que a primeira a ser investigada é uma consultoria que atuou em São Paulo nos anos 70, com o nome de CIA, arrecadando recursos entre as grandes empresas para patrocinar órgãos clandestinos como a Operação Bandeirantes (OBan).

Além de buscar os financiadores dos aparelhos de repressão, a comissão pretende mapear e ouvir os militares que foram afastados de suas funções durante o regime militar, em busca de informações sobre os responsáveis por crimes da ditadura. Segundo a comissão, há dificuldade de diálogo com os comandantes das Forças Armadas. A maior parte das requisições da CNV é sucedida por uma resposta padrão dos militares de que os arquivos foram incinerados. Continuar Lendo →

Alckmin usa a mesma retórica dos matadores da ditadura | Folha de São Paulo

16/09/2012 | 7h17

MARIA RITA KEHL
ESPECIAL PARA A FOLHA

“Quem não reagiu está vivo”, disse o governador de São Paulo ao defender a ação da Rota na chacina que matou nove supostos bandidos numa chácara em Várzea Paulista, na última quarta-feira, dia 12. Em seguida, tentando aparentar firmeza de estadista, garantiu que a ocorrência será rigorosamente apurada.

Eu me pergunto se é possível confiar na lisura do inquérito, quando o próprio governador já se apressou em legitimar o morticínio praticado pela PM que responde ao comando dele. Continuar Lendo →

Comissão da Verdade rebate críticas de ONGs | Estadão

13/08/2012 | 20h09

Organizações criticaram o sigilo nos trabalhos da CNV e a incapacidade para punir

Wilson Tosta

Integrantes da Comissão Nacional da Verdade (CNV), que investiga violações de direitos humanos ocorridas durante o regime militar (1964-1985), reagiram nesta segunda-feira, 13, de forma incisiva a acusações de ativistas de que têm poderes limitados e não apurarão os crimes da ditadura.   Em audiência pública, depois de ouvirem protestos emocionados contra o recurso ao sigilo em parte dos seus trabalhos e críticas à sua falta de capacidade legal para punir, membros da CNV repudiaram o que chamaram de “tom acusatório” dos militantes de direitos humanos. As críticas ao órgão foram feitas, entre outros, por Cecília Coimbra, do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio, que atacou a lei que criou a comissão e a acusou de “manter a confidencialidade” de torturadores.

“Acho um pouco cansativo escutar que a Comissão Nacional da Verdade está envolvida numa tentativa de produzir o esquecimento e que vamos conciliar com o sigilo”, declarou Paulo Sérgio Pinheiro, o mais exaltado ao rebater as críticas, na reunião na sede da Ordem dos Advogados do Brasil/Seccional Rio de Janeiro, chamando-as de teoria conspiratória. A audiência às vezes foi marcada pelo tom de comício, com palavras de ordem como “Cadeia já/para os fascistas do regime militar” gritadas por militantes. Continuar Lendo →

Comissão da Verdade chega a Belém no dia 29 | Diário do Pará

05/08/2012 | 8h51

A vinda da Comissão da Verdade a Belém no dia 29 de agosto, com as presenças confirmadas de Paulo Sergio Pinheiro, Maria Rita Kehl e Cláudio Fonteles, responsáveis por algumas das principais subcomissões de trabalho que visam desvendar fatos obscuros relacionados à ditadura militar, já mobiliza integrantes de movimentos sociais. Além de preparar a programação dos membros da Comissão, há o desafio de se criar a Comissão Paraense da Verdade, um projeto de lei que há meses está empacado na Assembleia Legislativa.

“O projeto está tramitando na Assembleia. Nossa intenção é que a criação da Comissão Paraense da Verdade seja uma pauta para o governador Simão Jatene, porque ela é uma pauta de estado”, diz Paulo Fonteles Filho, um dos principais articuladores para a criação de uma comissão nesse nível no Pará. Na última sexta, Fonteles organizou, na sede da OAB, a primeira reunião para a organização da vinda dos membros da Comissão da Verdade à capital paraense. Continuar Lendo →

Trabalho da Comissão da Verdade embasará luta social por Justiça | Carta Maior

30/07/2012

Em audiência pública, membros da Comissão Nacional da Verdade se posicionaram favoráveis à luta social por justiça para as vítimas da ditadura torturadas e assassinadas por agentes de estado. Segundo a advogado Rosa Maria Cardoso, eles não irão polemizar com o STF, que revalidou a Lei da Anistia, mas vão enfatizar o respeito aos tratados internacionais, que exigem a punição de crimes de lesa-humanidade.

Najla Passos

Brasília – A Comissão Nacional da Verdade (CNV) não vai polemizar com o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a interpretação que o órgão faz da Lei da Anistia, e que impede a penalização dos agentes da ditadura responsáveis por torturas e assassinatos. Mas enfatizará a necessidade do país deve cumprir os tratados internacionais que classificam esses crimes de lesa-humanidade como imprescritíveis. Continuar Lendo →

Comissão da Verdade recebe pesquisa sobre centros de tortura | O Globo

09/07/2012 | 19h53

Estudo aponta que estados com mais aparelhos de repressão da ditadura eram RJ e PE

BRASÍLIA – A Comissão da Verdade recebeu nesta segunda-feira a historiadora Heloísa Starling. Ela apresentou pesquisa do Projeto República, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sobre o aparelho de repressão do regime militar (1964-1985). O estudo já levantou registros sobre 83 centros de tortura, espalhados pelo país. Maria Rita Kehl, uma das integrantes da comissão, disse que o número surpreendeu e que os estados com mais centros foram o Rio de Janeiro e Pernambuco. A Comissão da Verdade investiga as violações de direitos humanos entre 1946 e 1988, mas na prática está focada na ditadura militar.

Na terça-feira, às 14h, a comissão vai se reunir com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Segundo ele, tudo que for de interesse da comissão será abordado, mas não detalhou que casos podem ser esses. No domingo, o GLOBO mostrou que que a estilista Zuzu Angel, mãe do ex-militante do MR-8 Stuart Angel Jones, morto em 1971 após ter sido preso nas dependências da Aeronáutica, no Rio, era perseguida e monitorada no Brasil e até no exterior por arapongas do regime militar. Documentos inéditos dos órgãos de informação detalham como o Itamaraty orientou o Consulado Geral de Nova York a averiguar diretamente as “intenções da senhora Zuzu Angel” quando ela ia para os Estados Unidos. Continuar Lendo →

Quantos lados tem a Comissão Nacional da Verdade? | Caros Amigos

01/06/2012 | 16h06

Por Pedro Estevam da Rocha Pomar

Instalada a Comissão Nacional da Verdade (CNV) em 16 de maio, tiveram início seus trabalhos. As primeiras declarações de alguns de seus membros soam lúgubres, ao admitir investigação dos “dois lados”. Ao mesmo tempo, a extrema-direita militar reage criando uma “comissão paralela” no Clube Naval, sem que o Ministério da Defesa tome medidas punitivas. Para entender esse quadro, vale a pena analisar a cerimônia de posse dos membros da CNV. Continuar Lendo →

Na estreia, Comissão da Verdade tenta esfriar divergências | Portal Aprendiz

17/05/2012

Por Lucas Ferraz e Kelly Mattos, da Folha de São Paulo

No dia em que tomaram posse, os integrantes da Comissão da Verdade buscaram ontem abrandar a primeira divergência pública do grupo: a possibilidade de investigar violações de direitos humanos cometidas não só pela ditadura, mas também pela guerrilha que a combateu.

Coordenador rotativo da comissão, o ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça, disse que a primeira reunião do colegiado foi “meramente burocrática” e não discutiu focos.

Dipp será também o porta-voz do grupo. Ontem, ao fim do dia, ele disse que não há “cisão” e fez um apelo: “Deem tempo para a comissão trabalhar direitinho.” Continuar Lendo →

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