Arquivos de Tag: usp

Comissão da Verdade pede reparação pública sobre demissão de professora da USP | Agência Brasil

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Comissão Nacional da Verdade requisita a reitores levantamento sobre professores e funcionários prejudicados pelo regime militar | Comissão Nacional da Verdade

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Grande imprensa apoiou golpe militar e a ditadura até 1968, revela pesquisa da FFLCH | Agência USP de Notícias

14/09/2012

João Ortega

A grande imprensa, em geral, valoriza a sua posição de crítica e resistência no período da ditadura militar no Brasil. Colocam-se como porta-vozes da democracia e defensores dos interesses populares nesse momento histórico. Entretanto, uma pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP verificou que o papel dos dois maiores jornais no início do regime militar foi complexo, com apoio ao golpe, à ditadura e de condenação do trabalhismo e de movimentos sociais.

O estudo do professor de história Eduardo Zayat Chammas analisou editoriais dos veículos Correio da Manhã e Jornal do Brasil entre 1964, ano do golpe, e 1968, ano de implantação do Ato Institucional 5 (AI-5). Os dois jornais, nesse tipo de texto que expõe a opinião do veículo, mostraram-se a favor da queda de João Goulart do poder. O primeiro, inclusive, publicou editoriais na capa pedindo a saída do presidente e se declarou “herdeiro dos ideais democráticos da revolução de 1964”, segundo Chammas. Continuar Lendo →

Ato-debate na USP discute os 33 anos da Lei de Anistia | Caros Amigos

23/08/2012 | 16h41

O Fórum Aberto pela Democratização da USP realizará um ato-debate na segunda-feira, 27/8, a partir das 17h30 discutindo os 33 anos da Lei de Anistia e como a impunidade dos perpetradores das graves violações de direitos humanos da ditadura tem estimulado a repressão no presente, dentro e fora da USP.

Essa atividade integra o calendário da Campanha Por Uma Comissão da Verdade da USP e contará com a presença de Angela Mendes de Almeida (Observatório de Violências Policiais da PUC/SP), Aton Fon (ex-preso político e advogado de estudantes atualmente processados na USP), Heloísa Greco (Professora de História da UFMG e especialista na luta pela anistia no Brasil) e Márcio Sotelo Felippe (procurador aposentado e membro do Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça).

O Fórum Aberto pela Democratização da USP reúne Adusp, Sindicato dos Trabalhadores (Sintusp), Diretório Central dos Estudantes (DCE-Livre da USP), Associação de Pós-Graduandos do campus da capital (APG-USP), Centro Acadêmico de Filosofia (CAF), Centro Universitário de Pesquisas e Estudos Sociais – Centro Acadêmico das Ciências Sociais (CeUPES), Centro Acadêmico de História (CAHIS), Centro Acadêmico de Relações Internacionais (GUIMA), Centro Acadêmico da FEA (CAVC), Centro Acadêmico da Engenharia de Produção (CAEP), Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica (CEE), Centro Acadêmico de Engenharia Civil (CEC), Grêmio da Poli (Gpoli), Centro Acadêmico do Instituto de Química (CEQHR), Centro Acadêmico Lupe Cotrim, da ECA (CALC), Centro Acadêmico Ruy Barbosa (Educação Física), Centro Acadêmico da Mecânica (CAM), Centro Moraes Rego (CMR), Associação dos Engenheiros Químicos (AEQ), Levante Popular, Juventude às Ruas, Grupo de Trabalho pela Estatuinte da USP (GT Estatuinte), Coletivo Político Quem, Coletivo Merlino, Coletivo Manifesto pela Democratização da USP, Liga Estratégia Revolucionária, Frente de Esculacho Popular, Fórum da Esquerda.

Local da atividade: Auditório de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica, na Cidade Universitária.

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http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/direto-dos-movimentos/2428-ato-debate-na-usp-discute-os-33-anos-da-lei-de-anistia

Movimentos querem que USP reverta demissão de Ana Rosa Kucinski, morta pela ditadura | Viomundo

10/08/2012 | 13h12

por Conceição Lemes

A Universidade de São Paulo (USP) foi a universidade brasileira mais atingida pela ditadura civil-militar. Houve todo tipo de arbitrariedade contra os professores, funcionários e alunos que resistiram ao golpe de 64: perseguição, delação, demissão.

Um dos casos emblemáticos é o da professora Ana Rosa Kucinski Silva, do Instituto de Química. Em outubro de 1975, foi demitida por “abandono de função”. Só que Ana Rosa havia sido sequestrada e assassinada  pelos órgãos da repressão da ditadura no ano anterior, em 1974.

Por isso, nesta segunda-feira 18, a partir das 11h30, o Fórum Aberto pela Democratização da USP realiza ato no Instituto de Química da USP, na Cidade Universitária, para pedir à Congregação da unidade que anule a decisão tomada em outubro de 1975. Continuar Lendo →

Marilena Chaui liga reitor da USP à ditadura militar e critica ação da PM | Folha de São Paulo

12/06/2012 | 22h38

BERNARDO MELLO FRANCO
DE SÃO PAULO

Em ato pela criação de uma Comissão daVerdade na USP (Universidade de São Paulo), a filósofa Marilena Chaui atacou nesta terça-feira (12) o reitor João Grandino Rodas e a ocupação do campus pela Polícia Militar no fim de 2011.

Professora aposentada do Departamento de Filosofia, ela afirmou que o reitor foi formado “no caldo de cultura” da ditadura militar (1964-1985) e criticou indiretamente o governo Geraldo Alckmin (PSDB), a quem a universidade é subordinada.

“Há uma hegemonia no Estado de São Paulo de um pensamento privatista e neoliberal, a USP está sendo regida por esses princípios por este reitor”, afirmou. Continuar Lendo →

Comparato: ‘Precisamos enxergar nosso passado criminoso’ | Rede Brasil Atual

26/05/2012 | 12h02

Professor emérito da Faculdade de Direito da USP vê resquícios da ditadura na universidade e cobra apuração dos elos entre o regime e a instituição

Por Leandro Melito, da Rádio Brasil Atual

São Paulo – O crescente debate da sociedade brasileira sobre a apuração dos crimes ocorridos durante a ditadura (1964-85) vai aos poucos tomando formato na maior instituição de ensino superior do país, a Universidade de São Paulo (USP). Esta semana, sob as arcadas da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, um ato reuniu professores e juristas para cobrar a investigação dos elos entre a USP e o regime, e um abaixo-assinado passou a circular pela internet para pressionar o reitor, João Grandino Rodas, a autorizar o funcionamento de um colegiado.

Durante o evento, o professor emérito Fábio Konder Comparato recordou as conexões dos 21 anos de repressão com um passado de escravidão legal e todo poder aos detentores da propriedade privada. Depois, conversou rapidamente com os jornalistas, voltando a cobrar a instalação de uma comissão da verdade na USP. “ É preciso que todos nós, brasileiros, enxerguemos o passado criminoso que nós tivemos em vários períodos de nossa história, como, por exemplo, a escravidão. É preciso que nós saibamos enfrentar essa verdade difícil”, afirmou, tecendo ainda críticas ao funcionamento da Comissão Nacional da Verdade, instalada este mês pela presidenta Dilma Rousseff.

Confira a seguir a entrevista. Continuar Lendo →

Ato na São Francisco pedirá criação da ‘Comissão da Verdade da USP’ | Estadão

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,ato-na-sao-francisco-pedira-criacao-da-comissao-da-verdade-da-usp,876374,0.htm

22/05/2012 | 16h22

Alunos e professores querem investigação de violações de direitos humanos ocorridos na ditadura

Carlos Lordelo – Estadão.edu

Professores e estudantes da USP propõem a criação de uma “Comissão da Verdade” para investigar possíveis violações de direitos humanos cometidas pela universidade durante a ditadura militar (1964-1985). O objetivo também é exigir a reforma do regimento da instituição, de 1972, que prevê a expulsão de alunos pelo envolvimento em manifestações político-partidárias e ofensa à “moral” e aos “bons costumes”. Continuar Lendo →

Estudantes de medicina repudiam Shibata em 1977 | Ballarotteando

http://ballarotteando.wordpress.com/2012/04/08/estudantes-de-medicina-repudiam-shibata-em-1977/

08/04/2012

O início desse mês foi marcado pela lembrança do Golpe Civil-Militar implantado em 31 de março/1 de abril de 1964 em nosso país. Em um contexto onde os arquivos da ditadura seguem em sigilo, onde os torturadores não foram julgados e punidos, onde a Comissão da Verdade é ainda um aceno muito tímido de justiça, diversos militantes, ativistas, movimentos sociais tem se manifestado nas ruas e na internet para que a justiça seja feita.

Uma dessas ações aconteceu neste final de semana, na qual militantes fizeram um protesto na frente da casa de Harry Shibata, o mais famoso legista da ditadura.

Durante a pesquisa documental para meu trabalho de conclusão de curso (para saber mais acesse Um pouco da história do movimento estudantil de medicina na luta pela saúde)  encontrei no relatório do IX Encontro Científico dos Estudantes de Medicina (ECEM 1977) em Florianópolis uma Carta de Repúdio levada pela delegação da USP e aprovada em Assembléia Geral do ECEM, ao legista Harry Shibata. Abaixo segue a imagem original do relatório e alguns trechos do documento, que gostaria de compartilhar com vocês. Continuar Lendo →

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